terça-feira, 28 de março de 2017
Às março 28, 2017 por Unknown Sem comentários
Nasceu
em 1945, na cidade do Porto. Autor, compositor e intérprete, aos 20 anos saiu
do país, vivendo em Genebra, Paris, Amesterdão, Brasil e Vancouver. O seu
primeiro LP, Os Sobreviventes, foi
gravado em França, em 1971, com a colaboração de José Mário Branco. Ainda no
exílio, Sérgio Godinho gravou Pré-Histórias.
Seguiram-se muitos outros (o mais recente chama-se Mútuo Consentimento, lançado em 2011), incluindo alguns álbuns de
colaborações, como Coincidências (em
1983, com Chico Buarque de Hollanda, Ivan Lins e Milton Nascimento), Afinidades (em 2001, com os Clã), O Irmão do Meio (em 2003, com vários
artistas portugueses e brasileiros) ou Sérgio Godinho e As Caríssimas 40 Canções. Em 2014 levou ao
palco o espectáculo Liberdade, que
resultou também em CD e, em 2016 lançou uma digressão em parceria com Jorge
Palma, constituída por temas de ambos.
No
teatro, integrou diversas companhias, como a Cornucópia, A Barraca, Os Satyros
(no Brasil) ou até mesmo o mítico Living Theatre (no Canadá). Representou a
peça Quem Pode, Pode, de David Mamet, ao lado de José Wilker e Alexandra
Lencastre e integrou o elenco que filmou Um
jipe em Segunda Mão, de Jaime Campos. Na literatura para crianças, publicou
O Pequeno Livro dos Medos, participou
no colectivo Histórias e Canções em
Quatro Estações e viu a letra de O
Primeiro Gomo da Tangerina ser acompanhado por ilustrações de Madalena
Matoso. Nuno Galopim escreveu sobre si Retrovisor
– Uma Biografia Musical de Sérgio Godinho. Arriscou a poesia sem música no
volume O Sangue por um Fio, reuniu
crónicas publicadas no suplemento Atual do Expresso, em Caríssimas 40 Canções e, em 2014, publicou um conjunto de contos,
sob o título VidaDupla. Em 2017 foi a
estreia como romancista com Coração Mais
que Perfeito, livro que vem apresentar no festival Livros a Oeste.
Ao
longo da sua carreira tem inúmeros prémios, como o o Rambaldi, atribuído pela
associação cultural Cosi di Amilcare, em 2013 (entregue em Barcelona) ou há
pouco mais de um mês, o Prémio Sophia 2017 para
“Melhor Canção Original”, atribuído a Sobe
o Calor, (com letra do próprio Sérgio Godinho, musicado por Filipe Raposo),
composto para a banda sonora do filme Refrigerantes
e Canções de Amor, realizado por Luís Galvão Teles.
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